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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

15 DE NOVEMBRO - PROCLAMAÇÃO DA REPÚBLICA

O processo histórico em que se desenvolveu o fim do regime monárquico brasileiro e a ascensão da ordem republicana no Brasil perpassa por uma série de transformações em que visualizamos a chegada dos militares ao poder. De fato, a proposta de um regime republicano já vivia uma longa história manifestada em diferentes revoltas. Entre tantas tentativas de transformação, a Revolução Farroupilha (1835-1845) foi a última a levantar-se contra a monarquia.
Podemos destacar a importância do processo de industrialização e o crescimento da cafeicultura enquanto fatores de mudança sócio-econômica. As classes médias urbanas e os cafeicultores do Oeste paulista buscavam ampliar sua participação política através de uma nova forma de governo. Ao mesmo tempo, os militares que saíram vitoriosos da Guerra do Paraguai se aproximaram do pensamento positivista, defensor de um governo republicano centralizado.
Além dessa demanda por transformação política, devemos também destacar como a campanha abolicionista começou a divulgar uma forte propaganda contra o regime monárquico. Vários entusiastas da causa abolicionista relacionavam os entraves do desenvolvimento nacional às desigualdades de um tipo de relação de trabalho legitimado pelas mãos de Dom Pedro II. Dessa forma, o fim da monarquia era uma opção viável para muitos daqueles que combatiam a mão de obra escrava.
Até aqui podemos ver que os mais proeminentes intelectuais e mais importantes membros da elite agroexportadora nacional não mais apoiavam a monarquia. Essa perda de sustentação política pode ser ainda explicada com as consequências de duas leis que merecem destaque. Em 1850, a lei Eusébio de Queiroz proibiu a tráfico de escravos, encarecendo o uso desse tipo de força de trabalho. Naquele mesmo ano, a Lei de Terras preservava a economia nas mãos dos grandes proprietários de terra.
O conjunto dessas transformações ganhou maior força a partir de 1870. Naquele ano, os republicanos se organizaram em um partido e publicaram suas ideias no Manifesto Republicano. Naquela altura, os militares se mobilizaram contra os poderes amplos do imperador e, pouco depois, a Igreja se voltou contra a monarquia depois de ter suas medidas contra a presença de maçons na Igreja anuladas pelos poderes concedidos ao rei.
No ano de 1888, a abolição da escravidão promovida pelas mãos da princesa Isabel deu o último suspiro à Monarquia Brasileira. O latifúndio e a sociedade escravista que justificavam a presença de um imperador enérgico e autoritário, não faziam mais sentido às novas feições da sociedade brasileira do século XIX. Os clubes republicanos já se espalhavam em todo o país e naquela mesma época diversos boatos davam conta sobre a intenção de Dom Pedro II em reconfigurar os quadros da Guarda Nacional.
A ameaça de deposição e mudança dentro do exército serviu de motivação suficiente para que o Marechal Deodoro da Fonseca agrupasse as tropas do Rio de Janeiro e invadisse o Ministério da Guerra. Segundo alguns relatos, os militares pretendiam inicialmente exigir somente a mudança do Ministro da Guerra. No entanto, a ameaça militar foi suficiente para dissolver o gabinete imperial e proclamar a República.
O golpe militar promovido em 15 de novembro de 1889 foi reafirmado com a proclamação civil de integrantes do Partido Republicano, na Câmara dos Vereadores do Rio de Janeiro. Ao contrário do que aparentou, a proclamação foi consequência de um governo que não mais possuía base de sustentação política e não contou com intensa participação popular.
Conforme salientado pelo ministro Aristides Lobo, a proclamação ocorreu às vistas de um povo que assistiu tudo de forma bestializada.


Por Rainer Sousa

Fonte: http://www.brasilescola.com/historiab/proclamacaodarepublica.htm

sábado, 10 de novembro de 2012

PROGRAMAÇÃO DO II SEMINÁRIO DA FAMÍLIA DO COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE MÉDICI

7h30min. – Acolhida – Alunos do Projeto Formando Constelação
7h45min- Abertura do evento - Diretora Magali Teixeira
8h00min - Fábula do Mito do cuidado – Profº Vantiere Silva
8h20min - Iluminação da Palavra com o Pr. Robson Luís Moraes
8h40min - Tema: A importância do acompanhamento dos pais na vida escolar dos filhos - Diálogo com o Ministério Público – Dr. Patrick Pires Costa
9:10h—Plenária : Participantes e o representante do M.P— mediação Prof. Ivone Miranda.
11h—Confraternização com sorteios de brindes e agradecimentos.

II SEMINÁRIO DA FAMÍLIA

O encontro entre a escola e a família é muito importante para o desenvolvimento do adolescente pois, respeitadas as especificidades de cada uma dessas instituições, elas podem estabelecer parcerias produtivas a favor do êxito escolar.
Este encontro foi fruto do desejo da escola na tentativa de compreender quais os limites de cada qual nos processos de escolarização e quais as possibilidades de trabalhos a serem compartilhadas entre as duas importantes instituições.
Sabe-se que a escola e a família têm papéis sociais bastante específicos, porém não antagônicos . Por isso podem, muitas vezes, ser complementares: se à família cabe o cuidar, a escola responsabiliza-se pelo ensinar.

OBJETIVOS:

* Valorizar as relações de parceria com a família na escolarização, no desenvolvimento e na construção da aprendizagem do estudante;
* Fortalecer os vínculos afetivos para promover a formação do aluno;
* Estabelecer mecanismos entre a família e a escola, promovendo um desenvolvimento integral no processo educacional, resultando uma melhor qualidade de ensino.