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terça-feira, 10 de agosto de 2010

O QUE É SER ESTUDANTE?

SER ESTUDANTE

Ser estudante é pensar no amanhã
É despertar para um mundo melhor
É pensar em um futuro promissor
E sentir na alma a vontade de vencer
Enriquecendo-se de verdadeiros conhecimentos
culturais,tecnológicos,dedicação,pesquisa e saber.
Ser estudante é ser vibrante em suas leituras
Ser acertante em suas convicções
Buscando o caminho de retidão para o amanhã.
Ser estudante é não ter medo de errar
Mas procurando consertar o que ficou de errado
Ser estudante é despertar a eloquência divina
Que um dia lhe foi concedida para lutar e vencer.
Uma luta de harmonia,sabedoria,amor,ternura
Trilhando belos caminhos na arte de raciocinar
E ensinar o produto somatório do seu formoso aprendizado
A futura gerações que com certeza virão precisando aprender.

José Antonio Silva da Cruz

segunda-feira, 9 de agosto de 2010

CONSIDERAÇÕES SOBRE O DIA DOS PAIS

Ao que tudo indica, o Dia dos Pais tem uma origem bem semelhante ao Dia das Mães, e em ambas as datas a idéia inicial foi praticamente a mesma: criar datas para fortalecer os laços familiares e o respeito por aqueles que nos deram a vida.
Conta a história que em 1909, em Washington, Estados Unidos, Sonora Louise Smart Dodd, filha do veterano da guerra civil, John Bruce Dodd, ao ouvir um sermão dedicado às mães, teve a idéia de celebrar o Dia dos Pais. Ela queria homenagear seu próprio pai, que viu sua esposa falecer em 1898 ao dar a luz ao sexto filho, e que teve de criar o recém-nascido e seus outros cinco filhos sozinho. Algumas fontes de pesquisa dizem que o nome do pai de Sonora era William Jackson Smart, ao invés de John Bruce Dodd.
Já adulta, Sonora sentia-se orgulhosa de seu pai ao vê-lo superar todas as dificuldades sem a ajuda de ninguém. Então, em 1910, Sonora enviou uma petição à Associação Ministerial de Spokane, cidade localizada em Washigton, Estados Unidos. E também pediu auxílio para uma Entidade de Jovens Cristãos da cidade. O primeiro Dia dos Pais norte-americano foi comemorado em 19 de junho daquele ano, aniversário do pai de Sonora. A rosa foi escolhida como símbolo do evento, sendo que as vermelhas eram dedicadas aos pais vivos e as brancas, aos falecidos.
A partir daí a comemoração difundiu-se da cidade de Spokane para todo o estado de Washington. Por fim, em 1924 o presidente Calvin Coolidge, apoiou a idéia de um Dia dos Pais nacional e, finalmente, em 1966, o presidente Lyndon Johnson assinou uma proclamação presidencial declarando o terceiro domingo de junho como o Dia dos Pais (alguns dizem que foi oficializada pelo presidente Richard Nixon em 1972).
No Brasil, a idéia de comemorar esta data partiu do publicitário Sylvio Bhering e foi festejada pela primeira vez no dia 14 de Agosto de 1953, dia de São Joaquim, patriarca da família.
Sua data foi alterada para o 2º domingo de agosto por motivos comerciais, ficando diferente da americana e européia.
Fonte: www.portaldafamilia.org.br

quarta-feira, 4 de agosto de 2010

EDUCAÇÃO INCLUSIVA - desafios e perspectivas

A educação inclusiva perpassa pela materialização dos direitos humanos que assegura os princípios de igualdade e equidade de todos os cidadãos. E assim consideramos que a inclusão é antes de tudo, o respeito as necessidades individuais dos sujeitos, sejam quais forem suas características pessoais, psicológicas ou sociais ( com independência de ter ou não deficiência). Nesse sentido, deve- se estabelecer alicerces ou meios para que a escola possa oferecer uma educação de qualidade pautada na diversidade de seus alunos assim colaborando com a erradicação da desigualdade e injustiça social. É desse modo, que o conceito de inclusão trata de abordar as diferentes situações que levam à exclusão social e educativa de muitos alunos. E dessa forma, faz referência não somente aos alunos com necessidades educacionais especiais, mas senão a todos os alunos das escolas. Isto significa que as escolas devem estar preparadas para acolher e educar a todos os alunos e não somente aos considerados "educáveis". Por isso, a inclusão assume que a convivência e a aprendizagem em grupo é a melhor forma de beneficiar a todos, não somente às crianças rotuladas como diferentes ( Forest & Pearpoint, 1992). Assim, a educação é antes de tudo uma questão de direitos humanos.

Por: Fátima Rezende
Vice-diretora do noturno

SEJA PERSEVERANTE!

Fabulosas palavras secretas nos são reveladas a todo o momento.

PERSEVERANÇA.

Que palavra enorme? Não é?
Mas ela quer dizer: continuar firme em um trabalho até estar terminado. Quando você estiver focado em um trabalho (seja ele qual for), use a perseverança.
Fique firme até o trabalho ser feito e boa sorte!

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

COLÉGIO MÉDICI NO CENTENÁRIO DE ITABUNA

Avanços na educação de Itabuna em 100 anos de emancipação política

Reformas estruturais nas 20 unidades da rede estadual de ensino, mais verba para a merenda escolar – este ano, o repasse foi de R$664 mil – e novos recursos didáticos para a melhoria da qualidade das aulas são alguns dos fatores que colocam Itabuna numa posição de avanço na educação básica. Dentro das comemorações dos 100 anos de emancipação política do município (28/07 – quarta feira), diversos projetos focados na educação foram viabilizados pelas unidades escolares da rede pública.
A educação em Itabuna melhorou muito. E isto se deve a liberação de mais recursos para aplicar em projetos que visam à melhoria do ensino, como por exemplo a TV pendrive, a integração escolar dos jovens, a exemplo do Festival Anual da Canção (Face), do Tempos de Arte Literária (TAL) e outros projetos de intervenção.
O Colégio Estadual Presidente Médici, com cerca de 1.600 alunos, relatou a história de Itabuna por meio de textos, fotografias, poesias, vídeos, músicas, entre outras atividades desenvolvidas em sala de aula. Esses trabalhos de caráter multidisciplinar, realizados durante todo o mês de julho, em sala de aula como por exemplo: Parodiando Gonçalves Dias no Centenário de Itabuna (Professora Rita de Cássia Sales Ribeiro – Língua Portuguesa), Um Olhar do Médici Sobre o Centenário de Itabuna (Professor Adelson – Geografia, Química; com a participação de outros professores), Apresentação da História de Itabuna (Professora Rosângela Marinho, Marileide, Stela Maria, Professor Adelson, entre outros) e Mapeamento de Itabuna e o Percurso do Rio Cachoeira (Professor Adelson – Geografia), culminaram num trabalho pedagógico, que contou com a participação da comunidade escolar e, vai ficar em exposição até o dia 06 de agosto.
Fonte: www.educacao.institucional.ba.gov.br

quinta-feira, 1 de julho de 2010

2 DE JULHO - INDEPENDÊNCIA DA BAHIA

A comemoração do dia 2 de Julho é uma celebração às tropas do Exército e da Marinha Brasileira que, através de muitas lutas, conseguiram a separação definitiva do Brasil do domínio de Portugal, em 1823. Neste dia as tropas brasileiras entraram na cidade de Salvador, que era ocupada pelo exército português, tomando a cidade de volta e consolidando a vitória.
Esta é uma data máxima para a Bahia e uma das mais importantes para a nação, já que, mesmo com a declaração de independente, em 1822, o Brasil ainda precisava se livrar das tropas portuguesas que persistiam em continuar em algumas províncias. Então, pela sua importância, principalmente para os baianos, todos os anos a Bahia celebra o 2 de Julho. Tropas militares relembram a entrada do Exército na cidade e uma série de homenagens são feitas aos combatentes.
Entre todas as comemorações, a do ano de 1849 teve um convidado muito especial. O marechal Pedro Labatut, que liderou a tropas brasileiras nas primeiras ofensivas ao Exército Português, participou do desfile, já bastante debilitado e sem recursos financeiros, mas com a felicidade de homenagear as tropas das quais fez parte.

Para chegar a este dia, muita luta foi travada...

O Brasil do início do século XVIII ainda era dominado por Portugal, enquanto o Rio de Janeiro, Pernambuco, Minas Gerais e a Bahia continuavam lutando pela independência. As províncias não suportavam mais a situação e, percebendo os privilégios que o Rio de Janeiro estava recebendo por ser a capital, Pernambuco e Bahia resolveram se rebelar.
Recife deu início a uma revolução anti-colonial em 6 de março de 1817. Esta revolução tinha uma ligação com a Bahia, já que havia grupos conspiradores compostos por militares, proprietários de engenhos, trabalhadores liberais e comerciantes. Ao saber desta movimentação, o então governador da Bahia, D. Marcos de Noronha e Brito advertiu alguns deles pessoalmente.
O governo estava em cima dos conspiradores e, devido à violenta série de assassinatos, muito baianos resolveram desistir. Com toda esta repressão, a revolução de Recife acabou sendo derrotada. Os presos pernambucanos foram trazidos para a Bahia, sendo muitos fuzilados no Campo da Pólvora ou presos na prisão de Aljube, onde grandes personagens baianos também estavam presos.

Movimentação pela independência:

Diante das insatisfações, começaram as guerras pela independência. Os oficiais militares e civis baianos passaram a restringir a Junta Provisória do Governo da Bahia, que ditava as ordens na época, e com esta atitude foi formado um grupo conspirativo que realizou a manifestação de 3 de Novembro de 1821.
Esta manifestação exigia o fim da Junta Provisória, mas foi impedida pela "Legião Constitucional Lusitana", ordenada pelo coronel Francisco de Paula e Oliveira. Os dias se passaram e os conflitos continuavam intensos. Muitos brasileiros morreram em combate.

Força portuguesa:

No dia 31 de Janeiro de 1822 a Junta Provisória foi modificada. E depois de alguns dias, chegou de Portugal um decreto que nomeava o brigadeiro português, Ignácio Luiz Madeira de Mello, o novo governador de Armas.
Os oficias brasileiros não aceitavam esta imposição, pois este decreto teria que passar primeiro pela Câmara Municipal. Houve, então, forte resistência que envolveu muitos civis e militares.

Madeira de Mello não perdeu tempo e colocou as tropas portuguesas em prontidão, declarando que iria tomar posse. No dia 19 de fevereiro, os portugueses começaram a invadir quartéis, o forte São Pedro, inclusive o convento da Lapa, onde haviam alguns soldados brasileiros. Neste episódio, a abadessa Sónor Joana Angélica tentou impedir a entrada das tropas, mas acabou sendo morta.

Concluída a ocupação militar portuguesa em Salvador, Madeira de Mello fortaleceu as ligações entre a Bahia e Portugal. Assim a cidade recebeu novas tropas portuguesas e muitas famílias baianas fugiram para as cidades do recôncavo.

Contra-ataque brasileiro:

No recôncavo, houve outras lutas para a independência das cidades e o fortalecimento do exército brasileiro. O coronel Joaquim Pires de Carvalho reuniu todo seu armamento e tropas e entregou o comando ao general Pedro Labatut. Este, assim que assumiu, intimidou Madeira de Mello.
Labatut organizou todo seu exército em duas brigadas e iniciou uma série de providências. Aos poucos o exército brasileiro veio conquistando novos territórios até chegar próximo a cidade de Salvador.
Madeira de Mello recebeu novas tropas de Portugal e pretendia fechar o cerco pela ilha de Itaparica e Barra do Paraguaçu. Esta atitude preocupava os brasileiros, mas os movimentos de defesa do território cresciam. E foi na defesa da Barra do Paraguaçu que Maria Quitéria de Jesus Medeiros se destacou, uma corajosa mulher que vestiu as fardas de soldado do batalhão de "Voluntários do Príncipe" e lutou em defesa do Brasil.
Em maio de 1823, Labatut, em uma demonstração de autoridade, ordenou prisões de oficiais brasileiros, mesmo sendo avisado do erro que estava cometendo, e acabou sendo cassado do comando e preso. O coronel José Joaquim de Lima e Silva assumiu o comando geral do Exército e no dia 3 de Junho ordenou uma grande ofensiva contra os portugueses. Com a força da Marinha Brasileira, o coronel apertou o cerco contra a cidade de Salvador, que estava sob domínio português, restringindo o abastecimento de materiais de primeira necessidade. Diante destes fortes ataques e das necessidades que estavam passando, Madeira de Mello enviou apelos e acabou se rendendo. Com a vitória, o Exército Brasileiro entrou em Salvador consolidando a retomada da cidade e fim da ocupação portuguesa no Brasil.


PERSONAGENS DO 2 DE JULHO

Caboclo e Cabocla: Estas figuras simbólicas foram criadas para homenagear os batalhões e os heróis de 1823 que, pela bravura e coragem, lutaram pela liberdade do Brasil. A história conta que o povo resolveu fazer sua própria comemoração e, em 1826, levou uma escultura de um índio para representar as tropas, já que não poderia ser um homem branco, porque lembrava os portugueses, nem os negros que, na época, não eram valorizados. Vinte anos depois, a Cabocla foi incluída nas comemorações.

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Maria Quitéria:A maior heroína nas lutas pela independência do Brasil, na Bahia. Maria, ao ficar sabendo das movimentações sobre as lutas da independência, conseguiu uma farda do exército e se alistou para combater as tropas portuguesas. Participou de diversas batalhas e foi consagrada solenemente na chegada do exército à Salvador.

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Joana Angélica:Abadessa no convento da Lapa, Joana tentou proteger os soldados brasileiros contra a invasão do convento, mas acabou sendo morta.


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Brigadeiro Ignácio Luiz Madeira de Mello:Vindo de Portugal, assumiu o governo das Armas por imposição portuguesa. Tomou posse utilizando a força bruta e dominando a cidade de Salvador. Fortaleceu a relação entre Portugal e Bahia. Lutou contra o exército brasileiro.

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General Pedro Labatut:Foi quem assumiu o exército brasileiro das mãos do coronel Joaquim Pires de Carvalho e começou a enfrentar o exército português. Um homem duro, Labatut conseguiu reestruturar as tropas e reerguer a vontade pela liberdade do Brasil.

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Coronel José Joaquim de Lima e Silva: Assumiu o comando geral do exército brasileiro depois da prisão do general Pedro Labatut. Fez uma intensa ofensiva às tropas portuguesas. Conseguiu derrubar Madeira de Mello e assumir de volta a cidade de Salvador, vencendo a guerra.

FONTE: WWW.ibahia.globo.com